segunda-feira, 14 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Venda de imóveis novos em SP cresce 26,6% no primeiro trimestre
O mercado de imóveis novos residenciais em São Paulo registrou
alta de 27% no primeiro trimestre deste ano, em termos reais (valor
relacionado às vendas), em comparação ao mesmo período de 2011. Em
número de unidades vendidas, houve aumento semelhante, 26,6%, com 5,4
mil móveis negociados contra 4.265, no mesmo período do ano passado.
Os dados foram divulgados hoje pelo
Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). A alta registrada levou
à reavaliação sobre a taxa de crescimento prevista para o ano.
Anteriormente, a projeção era 5%. Depois dos dados referentes ao
primeiro trimestre, a previsão foi revisada para cima, dobrando o
percentual para 10%.
De acordo com o Secovi, os imóveis de
dois e três dormitórios são os mais procurados para a compra em São
Paulo. A procura por esse tipo de residência aumentou de 72,9%, no
primeiro trimestre de 2011, para 81,9%, de janeiro a março deste ano. As
unidades de dois dormitórios representam 50% do volume total negociado
nesse período.
Para Celso Petrucci, economista-chefe
do Secovi-SP, a alta se deve a um ambiente econômico favorável nos
meses de janeiro a março deste ano: "É completamente diferente do
primeiro trimestre do ano passado. A gente falava de aumento de juros,
de aumento da inflação e a crise na Europa era muito acentuada.
Iniciamos este ano com boas notícias na economia" - avaliou.
Como sinais desse cenário mais
favorável, o economista citou a geração de empregos formais, o
crescimento da massa salarial e a queda da taxa básica de juros, a
Selic.
Segundo Petrucci, também há um componente que não é, necessariamente, financeiro, que leva ao aquecimento do mercado imobiliário. "Quando você está permeado de más notícias, você posterga decisões e, quando está cercado de boas notícias, toma decisões. O mercado imobiliário vai a esse sabor - avalia".
Segundo Petrucci, também há um componente que não é, necessariamente, financeiro, que leva ao aquecimento do mercado imobiliário. "Quando você está permeado de más notícias, você posterga decisões e, quando está cercado de boas notícias, toma decisões. O mercado imobiliário vai a esse sabor - avalia".
Fonte: http://www.monitormercantil.com.br
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Como virar referência no mercado imobiliário
Você se considera um “profissional referência” em sua área de
atuação? Pois segundo o consultor e especialista em desenvolvimento
pessoal, André Vinícius da Silva,
tornar-se referência tem facilitado a vida dos corretores de imóveis
que lideram as vendas em seus segmentos. Embora a dica pareça simples,
poucos lembram de aplicá-la no dia a dia.
“Se um corretor de imóveis conhece tudo sobre o mercado e se
posiciona como uma referência de conhecimentos neste setor, a
probabilidade de conseguir bons resultados é maior. "Os clientes querem
fazer negócio com profissionais. Ninguém quer contratar um serviço ou
comprar produtos de quem não sabe o que está fazendo”, ressalta André
Vinícius, em seu blog.
É necessário fazer com que os clientes percebam que estão sendo
atendidos por um profissional de referência e aí está o momento em que
muitos corretores não conseguem obter êxito, por não saber como dar o
primeiro passo.
“Comece compartilhando ideias e conhecimento. Ensine as pessoas.
Oriente e eduque seus clientes sobre os produtos e serviços que você
vende. Escreva uma coluna sobre assuntos relacionados. Envie para os
jornais da sua cidade ou onde estão seus clientes. Apareça para o mundo e
deixe seus clientes te conhecerem”, afirma.
A partir do momento que o corretor de imóveis se preocupa em orientar
as pessoas, as coisas fluem, clientes te indicam e todos querem
negociar. "A dica é simples, mas o resultado é surpreendente", finaliza
André Vinícius.
Fonte: http://www.redimob.com.br/
Marcadores:
como virar referencia mercado imobiliario
Banco do Brasil quer fortalecer operações de financiamento de construtoras e incorporadoras em todo o País
Se a estratégia anunciada do Banco do Brasil (BB) é ganhar o mercado
de imóveis, quintuplicando a carteira de crédito até 2014, os
financiamentos a construtoras e incorporadoras de todo o País é um dos
focos. Neste ano, já foram 200 os projetos em carteira já contratados.
Estão em andamento outros 400, que devem ter contratação de
financiamento confirmada ao longo do semestre.
É o que afirma o
executivo da diretoria nacional de crédito imobiliário do BB, Rudimar
Ângelo Locatelli. “O maior aporte de financiamentos imobiliários não só
para pessoa física como jurídica é o grande foco do Banco do Brasil em
2012”, destacou Locatelli ontem, no I Seminário de Gestores Financeiros
de Empresas da Construção Civil.
O evento foi promovido pelo
Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef-CE) e teve
quatro palestras. Dentre elas, a do executivo do BB e também o
economista-chefe do banco, Élcio Gomes Rocha.
Os 200 projetos
de empreendimentos que já tiveram o financiamento aprovado pelo Banco do
Brasil neste ano totalizam 50 mil unidades. Os outros 400 em análise
também somam 50 mil imóveis, segundo Rudimar Locatelli.
Minha Casa, Minha Vida
Desde
2008 atuando no financiamento de imóveis dentro do programa Minha Casa,
Minha Vida, do Governo Federal, esse é o outro filão que devem aumentar
a carteira de clientes do BB. “Estamos vindo com crescimento muito
forte. A carteira (de crédito imobiliário) está atingindo quase R$ 9
bilhões, apesar de só três anos de atuação”, afirma o executivo.
A
responsabilidade do BB, delegada pelo Governo, é financiar 412 mil
imóveis, sendo 184 mil para beneficiados da faixa 1 (com renda até R$
1.600) e mais 228 mil imóveis das faixas 2 e 3 (acima de R$ 1.600).
Esses
planos de financiamento foram colocados como meta até 2014, quando a
carteira de crédito imobiliário do banco deve atingir R$ 40 bilhões e
cerca de 10 mil operações por mês nesse segmento.
Hoje, o
Banco do Brasil é o quinto do mercado no setor de crédito imobiliário e
realiza três mil operações por mês. Mas, em crescimento mensal, já é o
terceiro, atrás do Itaú e da líder Caixa Econômica Federal, que domina
69% do mercado.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Social Media: Tendências para 2012
Pesquisa da
Amcham detectou que as empresas reconhecem as mídias sociais como um
importante canal para o negócio e planejam ampliar seus investimentos em
2012. O Facebook deve concentrar o maior esforço de marketing, já que
dados divulgados pela comScore mostram que a rede se tornou a mídia
social de maior audiência no país, ultrapassando o Orkut.
O estudo
“Winning over empowered Consumer” da IBM mostra ainda que 71% dos
consumidores querem incluir novas tecnologias no processo de compra e
85% acreditam que as redes sociais fazem economizar tempo. Com esses
dados, é possível traçar algumas tendências para Social Media em 2012:
- - Varejo tradicional no E-commerce: o varejo tradicional tem usado o e-commerce como mais um canal de venda, sem perceber a real vantagem no posicionamento da marca e no relacionamento com clientes. Com a mudança da experiência de compra, já temos exemplos de empresas como Apple, Amazon, Google, Zappos e Best Buy que se diferenciam nas redes sociais por serem “íntimas” do consumidor, autênticas, ágeis e colaborativas.
- - Atendimento ao Consumidor: enquanto os varejistas estão preocupados com a loja, os compradores buscam conveniência e solução de seus problemas. O Atendimento ao Consumidor (SAC) é um ponto crucial para o sucesso ou o fracasso de uma marca em rede social. E todo atendimento precisa estar integrado, independente do meio de comunicação, para permitir que as empresas antecipem as soluções e possam customizar produtos ou serviços.
- - Facebook X Google+: com 36 milhões de usuários em 2011, o Brasil se tornou o 4º maior país no Facebook. E o crescimento também foi percebido em relação ao engajamento e ao número de visitas mensais. Pesquisa da comScore mostra que o Google+ possui 4,3 milhões de usuários. Mas a briga promete: o Google começou 2012 anunciando a função “Search plus Your World”, que inclui informações publicadas por contatos do Google+ nos resultados de sua busca. Enquanto isso, o Facebook anunciou o “Open Graph”, que permite que os desenvolvedores de aplicativos possam customizar as ações dos usuários, como “ver” e “jogar”.
- - Social Commerce: em 2011, recursos implementados pelo Facebook permitiram a entrada de inúmeros varejistas com o propósito de conectar-se aos seus clientes. Apesar do F-commerce (Facebook) ser uma realidade nas páginas brasileiras, a maioria das lojas é pequena e ainda não apresenta resultados significativos. O motivo? As pessoas ainda não se acostumaram a “comprar” na rede e ainda não têm segurança em colocar seus dados pessoais por lá.
- - M-Commerce: a projeção para 2015 é que o Brasil chegará na 4ª posição em relação ao faturamento mundial em e-commerce. E cada vez mais os brasileiros usam as redes sociais e os dispositivos móveis (mobile) para trocar informações e fazer compras. Cerca de 80% dos brasileiros já utilizaram o celular em alguma fase do processo de compra, diz a Pesquisa do Mobile EntertainmentForum (MEF).
- - Outras redes: Youtube, Linkedin, Vimeo, Flickr, Instagram, Blogs e outras ferramentas já estão sendo utilizadas pelas marcas que querem inovar e se relacionar com seu público. São essas empresas que vão ganhar o consumidor em 2012. Sem esquecer o Twitter, que vai lançar um novo layout e “páginas” para marcas (já em fase de testes nos EUA). Todas as redes continuarão sendo monitoradas, tarefa que será cada vez mais automatizada e fundamental para o crescimento e a influência das marcas das redes sociais – além de gestão de crises.
Dois mil e
doze é o ano em que as ferramentas de comunicação com consumidor (CRM) –
mobile, social media, marketing, e-mail marketing, atendimento e vendas
– precisam estar cada vez mais integradas. Também é fundamental medir
os resultados das ações – especialmente em redes sociais – e, para isso,
os profissionais precisam conhecer a fundo sobre marketing,
gerenciamento de produtos e contabilidade.
Ainda existe uma grande dificuldade de se medir o ROI (retorno de investimento) nas mídias sociais e certamente esse será um assunto bastante discutido em 2012. Ainda teremos eleições em outubro, quando as ações de “marketing político” vão ter destaque, e as previsões para o fim de mundo que também vão agitar as redes.
Ainda existe uma grande dificuldade de se medir o ROI (retorno de investimento) nas mídias sociais e certamente esse será um assunto bastante discutido em 2012. Ainda teremos eleições em outubro, quando as ações de “marketing político” vão ter destaque, e as previsões para o fim de mundo que também vão agitar as redes.
Fonte: http://www.portalvgv.com.br - por Bianca Furtado
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Mercado se volta para imóveis usados
A já esperada desaceleração do mercado imobiliário, com as empresas revendo metas de lançamentos para priorizar rentabilidade, tende a garantir fôlego ao inexplorado e pulverizado segmento de imóveis usados, o que começa a alterar a dinâmica das principais empresas do setor.
Em linhas gerais, desde meados do ano passado, as construtoras e incorporadoras passam por um período em que precisam colocar a casa em ordem a fim de retomar rentabilidade e gerar caixa, movimento que deve se manter pelo menos na primeira metade deste ano.
Segundo estimativa da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci) no Brasil, o volume de lançamentos este ano deve superar ligeiramente o realizado em 2011, com acréscimo de apenas 3 ou 4 por cento, cenário bastante distinto do visto em 2010, por exemplo, quando o mercado sofreu uma avalanche de imóveis novos.
"Essa tendência é positiva e gera liquidez para o mercado de usados, que acaba sendo oxigenado", disse o presidente da Fiabci no Brasil, Basilio Jafet, que também é vice-presidente do sindicato da habitação Secovi-SP.
Nesse sentido, empresas inicialmente formadas para atender o mercado de lançamentos começam a se voltar para o segmento secundário, a exemplo de Brasil Brokers e Lopes.
A Lopes espera avançar no mercado de imóveis secundários ao intensificar as aquisições nesse segmento em 2012, após ter mais de 20 por cento da receita líquida do ano passado proveniente das vendas de usados, antes com participação marginal nos negócios da empresa.
"(Os imóveis) usados são o grande mercado para crescimento... Ainda temos um enorme caminho a percorrer e uma enorme oportunidade de crescimento", disse o vice-presidente financeiro da Lopes, Marcello Leone, ao comentar o balanço de 2011 na última semana.
Segundo o executivo, alvo de um perfil diferente de consumidor, o imóvel usado tende a ser mais demandado por pessoas que priorizam a localização do empreendimento, enquanto os lançamentos costumam ser mais atrativos por atributos como área de lazer.
Embora não haja estatísticas apuradas quanto ao segmento secundário no país, a Brasil Brokers estima que o nicho represente de 70 a 75 por cento do volume de transações no mercado imobiliário nacional, sendo que a empresa detém perto de 2 por cento.
De acordo com o vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Álvaro Soares, o segmento de usados responde por cerca de 15 por cento do volume de vendas da companhia, que tem como meta alcançar "algo entre 30 e 35 por cento nos próximos cinco anos".
"Mas é uma tarefa árdua, este é um mercado pulverizado... Nós e a Lopes estamos fazendo aquisições. Não há empresas grandes para comprar como tínhamos no mercado primário", disse ele à Reuters.
A Brasil Brokers tem planos de abrir 21 lojas em 2012, além de comprar empresas. Soares disse que a companhia tem entre 100 milhões e 150 milhões de reais para destinar a aquisições. "O objetivo é comprar de cinco a oito empresas por ano nos próximos dois anos", afirmou.
Com inteligência estratégica e atenção às tendências do mercado, a S!M Negócios Imobiliários já esperava por essa mudança de mercado e entrou em 2012 investindo pesado no mercado de terceiros.
Ainda este mês estaremos abrindo a primeira loja, focada na Zona Oeste, na antiga "Casa do Eletricista" (complexo Casa das Caldeiras), que será a primeira das 6 lojas que iremos montar até o final do ano.
O mercado evolui e a S!M Negócios Imobiliários cresce com você!
Fonte: ImobiliNews
Marcadores:
mercado imoveis usados sim negocios imobiliarios
Assinar:
Postagens (Atom)


