quinta-feira, 21 de novembro de 2013

5 DICAS PARA REFORMAR SEU IMÓVEL (ANTES DE VENDER)


O que vale a pena ou não reformar antes de vender um imóvel ou uma casa?
No ano passado, a revista Exame fez uma ótima reportagem sobre os cuidados que você deve tomar, tanto para fazer um bom negócio, quanto para garantir a seriedade de sua proposta. 
Observe nos fóruns de recados em qualquer reportagem que você lê sobre Mercado Imobiliário, seja em jornais, revistas ou na internet, sempre alguém perguntará: “eu devo reformar meu imóvel antes de vendê-lo?”.
Vamos lembrar de algumas dicas muito inteligentes. 
Pintura externa
No caso de um apartamento, não há muito o que fazer, já que as decisões são tomadas em conjuntos por todos os moradores. Porém, quando o imóvel é uma casa, vale a pena investir na pintura externa. “Uma casa pichada, por exemplo, pode transmitir uma sensação de abandono do imóvel e até de insegurança sobre a rua”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis. Por isso, vale a pena investir um pouco mais na preparação do lado de fora.
Pintura interna
Dar cor nova para as paredes internas vale a pena em dois casos. Primeiro, para transmitir sensação de limpeza. Segundo, para apagar cores muito diferentes e fortes. Uma parede vermelha ou amarela pode ser muito bonita, mas não agradar o próximo proprietário. “Sempre aconselhamos usar cores neutras, como branco, gelo e bege”, diz Roseli, da Lello Imóveis. Além de ter chances de agradar um número maior de interessados no imóvel, as cores neutras também facilitam que o proprietário aplique a cor que desejar após a compra e muitos podem levar esse benefício em consideração na hora de fechar o negócio.
Limpeza e cuidado externo
“Uma limpeza bem feita, grama bem aparada e piscina limpa são fatores que apaixonam os compradores”, afirma Renato Teixeira, da RE/MAX Brasil. Vale a pena investir nesses preparos.
Trocar cerâmica e pisos dos banheiros
Se o piso e a cerâmica dos banheiros de sua casa não forem novos, considere trocar. “Escolha cores mais neutras, que são mais fáceis de adaptar ao gosto de qualquer pessoa”, afirma Antônio Carlos Kieling, presidente da Exporevestir.
Hoje já existem pisos, como algumas opções de Porcelanato, que não necessitam que o piso anterior seja removido para uma nova aplicação. Isso é algo que deve ser considerado, já que o custo para aplicar diminui e pode valer mais a pena.
Instalações elétricas e hidráulicas
Outra parte importante e que ajuda a valorizar imóveis é fazer qualquer reparo necessário ou modernização nas instalações elétricas e hidráulicas.
Uma dica é buscar alternativas sustentáveis, que ajudem a economizar água e energia. “Uma casa que capte água para usar em áreas como o jardim, ou que tenha aquecimento solar, tem uma grande vantagem competitiva”, diz o arquiteto Frederico Rangel, do escritório Uniarq.
Aqui na S!M, a gente se coloca no seu lugar, e trabalha para responder as suas dúvidas. Fale com o nosso time de consultores, somos especialistas em relacionamento para grandes negócios.
Você confere a ótima reportagem da Revista Exame na íntegra clicando aqui: http://abr.ai/1fCNKiu
No próximo texto, a gente vai falar sobre o que você NÃO DEVE FAZER antes de comercializar o seu imóvel. Fique conectado. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ILUSTRES VIZINHOS: A PERDIZES DE ORLANDO DUARTE


Perdizes é um dos bairros mais agradáveis e sofisticados de São Paulo. Aqui você encontra cultura, gastronomia, agitação intelectual e diversos eventos e oportunidades. E claro, é um jardim de moradores ilustres, como o grande Orlando Duarte.

O jornalista esportivo é sinônimo de mestre: um dos maiores da história de nosso País. Ao lado de Nelson Rodrigues e Armando Nogueira ajudou a popularizar (no melhor dos sentidos) os comentários de Futebol para o grande público passa pelo seu nome.

Com 33 livros no currículo, ele é uma enciclopédia (aliás, é um de seus apelidos) de Futebol e Esportes Olímpicos (sim, ele escreve com brilhantismo sobre as principais modalidades).

Enquanto pesquisávamos a sua vida, nos deparamos com uma ótima entrevista que ele concedeu a um simpático blog chamado: “Daqui Perdizes”... 

Ora, melhor impossível. Selecionamos algumas perguntas que o “Eclético” respondeu para um espaço que valoriza e prestigia a nossa região. Então, vamos lá:

Ao final você encontra o link para a entrevista na íntegra, entre que está muito legal. 


Das 14 Copas que cobriu, qual foi a mais emocionante?

Sem dúvida, a da Suécia em 1958. O Brasil vinha de dois fracassos, em 1950 e 1954. Foi na Suécia que o mundo conheceu gênios do futebol como Pelé, Zito, Nilton Santos e outros craques.

O Scolari é o técnico ideal para 2014?

Sim. Ele é campeão do mundo e junto com Carlos Alberto Parreira tem experiência e isso é muito importante para formar um grande time. Eles estão no bom caminho e o Scolari só errou ao antecipar a convocação do goleiro Julio César. Hoje, temos grandes goleiros e até os mais velhos, caso do Rogério Ceni e do Dida, têm nível de seleção. Agora se o Scolari vai ganhar a Copa, isso eu não sei.

Qual a razão da popularidade do futebol aqui no Brasil e no mundo?

É o esporte mais popular de todo o mundo porque é simples. Você junta três, quatro pessoas, monta um gol com latinhas, pedras ou qualquer outra coisa e pode se divertir. E toda a família pode jogar.

Confira o papo completo aqui:  http://bit.ly/19GZyw4



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A NOVA BARRA FUNDA: AGITADA E PLURAL



A história deste bairro (como você pode perceber na postagem anterior, sobre Mário de Andrade) é imensa. Podemos dizer sem exageros: a Barra Funda é um espelho das próprias evoluções da cidade de São Paulo.

Após conseguir sua “independência” no século 19, a região foi o berço da efervescência industrial paulistana – com o sobrenome Matarazzo – e assistiu de camarote o florescimento de malhas ferroviárias, (transporte público como um todo), ambientes de lazer, cultura e clubes/locais de forte tradição esportiva e mais recentemente, circuitos empresariais. 

A geografia é privilegiada: uma área de 5,6 km² entre os bairros da Lapa, Campos Elíseos, Bom Retiro, Perdizes e Pompéia estendendo o seu limite até a Marginal Tietê.

Nos últimos 10 anos, o bairro começou a atrair grandes projetos de entretenimento, especialmente, casas noturnas (sejamos mais modernos: baladas. Ótimas baladas. Confira nos sites especializados).

Centros culturais como o Memorial da América Latina (obra icônica de Oscar Niemeyer) e o Teatro São Pedro tiveram sua programação reforçada. O espaço das Américas é um dos melhores redutos para shows e eventos (inclusive corporativos) não só de São Paulo, mas do Brasil.

O Bairro que antes tinha “jeitão” de casarão velho e sem graça, começa a curtir os benefícios das boas ideias da iniciativa privada, da criatividade de jovens empreendedores e da localização inteligente entre comércios e nichos empresariais. A Barra Funda reserva grandes experiências, para todas as idades.

Se quiser saber mais sobre oportunidades para trabalhar, morar ou investir AQUI, fale com a gente. E claro, para ler e (re)descobrir novidades, conteúdo e boas histórias sobre o Bairro, volte sempre a este Blog. E fique à vontade para nos enviar sugestões. 

Conte com a gente, S!M

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A BARRA FUNDA DE MÁRIO DE ANDRADE



A Barra Funda foi um dos bairros de Mário de Andrade. Isto não é pouca coisa. No começo do século passado, o jovem versátil, erudito e namorador, viveu um dos período mais criativos de sua vida em uma casa ampla e charmosa (para os padrões da época) na Rua Lopes Chaves, número 546.

Mário mudou-se para a Barra Funda quando já estava maduro, aos 28 anos, em 1921. E aqui na zona oeste ele praticamente exerceu todos os seus talentos: escreveu, traduziu, tocou e lecionou atividades e os mais diversos saberes para alunos e interessados em arte, naqueles áureos tempos de vida boêmia e segura nas ruas paulistanas.


Em suma, foi na Barra Funda que Mário de Andrade se consolidou como o “espirito mais vasto do movimento Modernista”. 


Afinal, ele fundaria o movimento naquele mesmo ano, em um jantar na casa do grande amigo Oswald de Andrade. 



E temos que ressaltar: os modernistas formaram um time raro e inigualável; Manuel Bandeira, o já citado Oswald, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, entre outros, para não cometermos injustiças.

Esta é a Barra Funda de Mário de Andrade: histórica, romântica e calma. No próximo texto você confere o cenário atual deste bairro que se tornou fonte de entretenimento (de baladas a clubes), novos projetos empresariais e imobiliários. 

Até mais. Siga a gente, S!M.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A HORTA DA POMPÉIA: CULTIVANDO FELICIDADE


Desde janeiro de 2013, um grupo de pessoas apaixonadas pela Pompéia e pela consciência ambiental se dedica ao cultivo de hortaliças em um terreno na Rua Francisco Bayard.

A melhor definição para esta grande ideia está nesta singela declaração;

"Buscamos um espaço potencial onde pudéssemos ocupar com uma intervenção de agroecologia e usamos as redes sociais para convidar as pessoas".
(Professora Diná Ramos, em entrevista à Folha de São Paulo).

Em 8 meses de projeto, literalmente, os participantes da comunidade verde já ganharam destaque nos dois maiores jornais do Brasil, em sites e reportagens de TV.

Porém, o maior prêmio é a confirmação de que as pessoas também se reúnem para somar esforços para um bairro-cidade-mundo-melhor.

E são essas iniciativas que nos orgulham: afinal, nosso compromisso é estabelecer uma nova forma de relacionamento entre clientes e a cidade.

Por isso, olhamos para o mercado sem perder a sensibilidade para as coisas que encantam e melhoram a vida de quem está em busca de um lar, (ou de um novo local de trabalho), em Perdizes, Pompéia e Barra Funda. 

PARA VOCÊ QUE TAMBÉM QUER COLHER FELICIDADE

Os encontros acontecem todos os domingos, a partir das 11h, iniciando com um café da manhã solidário, onde cada um que participa trás alguma contribuição, junto com um bate papo informal para que os envolvidos se atualizem sobre os processos da horta e planejem também as atividades que serão realizadas durante o dia.

Fan Page do projeto: http://migre.me/gneDA

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Especial: Perdizes e a região mais feliz da cidade


A zona oeste de São Paulo concentra a maior parte dos bairros com melhores índices de satisfação na cidade. 

Dos 15 distritos que a compõem, apenas dois apresentam notas inferiores à média da capital, e todos atingem escores superiores a 5, (Especial DNA Paulistano, da Folha de São Paulo).  

Por isso, podemos afirmar que é sem dúvidas, a região mais feliz de São Paulo.

Mas, hoje o nosso assunto é Perdizes... 

De toda a região oeste de São Paulo, Perdizes é o bairro mais populoso. É um dos bairros que mais atraem lançamentos imobiliários na zona oeste. São empreendimentos residenciais com unidades de três e quatro dormitórios, na maioria, e com bom padrão de acabamento. São destinados a um publico de classe média alta e alta.

Entre maio de 1997 e abril de 2003, por exemplo, foram lançados nessa região da capital catorze novos condomínios residenciais, num total de 862 apartamentos.

O público que escolhe Perdizes para morar é atraído pela localização privilegiada, próxima ao centro e à avenida Paulista.

Por meio da marginal do rio Tietê, do elevado Costa e Silva (o Minhocão) e de avenidas como Sumaré, Pacaembu e Francisco Matarazzo é possível chegas às mais diversas regiões da cidade com facilidade.

As ruas arborizadas e a boa infraestrutura de comércio e serviços também são fortes atrativos do bairro. Ruas como Cardoso de Almeida e Turiaçu concentram o comércio local, com lojas, farmácias, agências bancárias e supermercados.

Perdizes também está bem atendido na área da educação. Tem bons colégios privados e primeiro e segundo graus, como Pentágono, São Domingos, Santa Marcelina e Batista, além da Pontifica Universidade Católica (PUC).

Do ponto de vista de lazer, os maiores atrativos são o Teatro Tuca, a Sociedade Esportiva Palmeiras e o Parque Fernando Costa (Água Branca), uma das áreas verdes mais importantes de São Paulo.

Em breve você vai conferir os perfis da Pompéia e da Barra Funda, dois dos bairros especiais na estratégia de relacionamento e oportunidades da Sim Negócios Imobiliários. 

Fontes: Folha de São Paulo e 450 Bairros São Paulo 450 Anos (editora Senac)


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Secovi-SP divulga dados sobre o mercado de imóveis novos


O primeiro semestre de 2012 terminou com retomada das vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo diante do volume de lançamentos. Tradicionalmente, o total comercializado entre janeiro e junho supera a quantidade de unidades lançadas no mesmo intervalo de tempo. A exceção deu-se em 2011, quando as vendas reagiram imediatamente ao processo de desaceleração da economia e os lançamentos, pela natureza do produto imobiliário, mantiveram o forte ritmo trazido do ano anterior, 2010.

Conforme apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), as vendas de janeiro a junho na Capital totalizaram 11.981 unidades, diante das 11.680 registradas em igual período de 2011, um aumento de 2,6%.

O VGV (Valor Global de Vendas) deste primeiro semestre, atualizado pelo INCC-DI, foi de R$ 6 bilhões, contra os R$ 6,1 bilhões do mesmo período de 2011, o que significa a redução de 1,5%.
Equilíbrio entre Oferta e Demanda
No mês de junho, o total de unidades ofertadas na cidade de São Paulo ficou em 16.749 imóveis. Esse volume é 15% menor do que o percebido no final do segundo semestre de 2011 (19.731 unidades), o que confirma o equilíbrio entre oferta e demanda nesses primeiros seis meses de 2012.
Conforme apuração da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 8.862 unidades de janeiro a junho deste ano. Em comparação com as 14.112 unidades do primeiro semestre de 2011, a queda foi de 37,2%.
Considerando a segmentação das vendas por números de dormitórios, os lançamentos ficaram assim divididos: 6.227 imóveis de dois quartos, com participação de 52% do total de unidades comercializadas no período. O nicho de três dormitórios ocupou a segunda colocação, com 3.601 unidades vendidas, ou 30,1% do acumulado no semestre.
Cabe observar que a participação do segmento de dois dormitórios no primeiro semestre deste ano cresceu diante do mesmo período de 2011, quando representou 40,3% do total vendido. Essa mudança explica, em parte, a redução de 1,5% do VGV acumulado no semestre em relação ao mesmo período de 2011.
Em volume de vendas, 8.743 unidades encontravam-se na fase de lançamento, ou seja, esses imóveis foram vendidos em período inferior a 180 dias contados do momento do lançamento no mercado. Essa fase, cujo esforço promocional com campanhas de propaganda na TV, rádio, e jornais, bem como em eventos nos estandes de vendas são maiores, respondeu por 73% das vendas de janeiro a junho. “Isso comprova a existência de demanda e a aderência dos produtos lançados ao mercado consumidor”, observa Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.
A Velocidade de Vendas, indicador que mede o desempenho entre a comercialização e a oferta de imóveis novos em determinado período, resultou, nos últimos 12 meses, em VSO (Vendas Sobre Oferta) de 61,9% (julho de 2011 a junho de 2012) contra 56,7% (janeiro a dezembro de 2011).
Resultados de Junho
O mercado imobiliário na cidade de São Paulo demonstrou que a venda de imóveis novos continua aquecida e escoando as unidades dos empreendimentos lançados, além das unidades remanescentes dos meses anteriores.
Apesar de os resultados de vendas do mês, isoladamente, apresentarem recuo em relação a maio, com variação negativa de 32,3% (1.846 unidades em junho, e 2.728 unidades em maio), há a percepção de que o mercado está atravessando uma fase de ajuste, com manutenção da tendência de crescimento da comercialização no decorrer do segundo semestre do ano.
Considerações Finais
A economia brasileira continua em posição privilegiada em relação ao restante do mundo, e o País criou um milhão de novos postos de trabalho formais nos seis primeiros meses do ano. Apesar do prolongamento e agravamento da crise internacional, a expectativa é de que as condições internas permaneçam favoráveis, permitindo a travessia das turbulências com maior segurança.
“Mudanças governamentais como as que alteraram as regras de remuneração da poupança, possibilitando a redução da taxa Selic para o menor nível histórico, podem tornar o mercado imobiliário ainda mais interessante a investidores, comparativamente a outros ativos financeiros”, analisa Bernardes, completando que o fato de a Caixa e outros bancos aumentarem o prazo de financiamento para 35 anos permitirá a mais brasileiros o acesso ao primeiro imóvel.
Na avaliação do dirigente, a redução de lançamentos reflete o ajuste do mercado produtivo à realidade de demanda. Todavia, parte desta queda pode ser creditada a uma série de fatores, como dificuldades de aprovação de projetos em função de ser ano de revisão do Plano Diretor, falta de estoques de outorga onerosa, burocracia no licenciamento de novos projetos e a fundamental necessidade de clareza e simplificação das leis que tratam dos assuntos imobiliários. “A persistirem tais situações, poderá haver, efetivamente, um desequilíbrio entre oferta e demanda”, assevera Bernardes. Dados atualizados até abril acerca de aprovação de projetos residenciais registram uma redução superior a 18% no número de unidades licenciadas na cidade.
Além disso, o volume de conjuntos comerciais lançados saltou de 2.264 unidades acumuladas no primeiro semestre de 2011 para 2.616 unidades no mesmo período deste ano, o que representa aumento de 15,5%. “Esse crescimento contribuiu para diversificar os investimentos dos empreendedores em novos lançamentos, além do residencial”, aposta Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação Imobiliária e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.
Diante desse cenário, a expectativa do setor é de encerrar o ano com crescimento de vendas de 10% de novas unidades em relação ao volume de 2011, equivalente a 31 mil unidades comercializadas.
A tendência é de os lançamentos apresentarem queda de 21%, com 30 mil unidades ofertadas, das quais 70% a serem lançadas no segundo semestre.
Para concluir, o mercado imobiliário considerou positiva a proposta de informatização do Departamento de Aprov, da Secretaria Municipal de Habitação. “Assim, os licenciamentos serão mais ágeis, eficientes e transparentes”, conclui Bernardes.
Fonte: www.redesecovi.com.br