quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Planejamento da aposentadoria para profissionais liberais


http://www.avancabrasil.com/img/aposentadoria.pngSe você, leitor, perguntar a um profissional liberal, no início de sua carreira, o que está planejando para o futuro, com vistas a sua aposentadoria e ao seu bem-estar na velhice, certamente você ficará surpreso, porque a resposta será: “não existe planejamento algum”; “é muito cedo para eu pensar nisto”.
Esta ausência de planejamento para o futuro é uma característica da cultura brasileira. Tem origens históricas, políticas, econômicas, psicológicas e sociais. A maneira brasileira de como os pais educam seus filhos, de forma protetora, não permitindo que assumam a responsabilidade de suas vidas, influencia a forma como os brasileiros planejam suas vidas. Esta mudança de cultura deverá ter início através de um processo de educação para o futuro. Deve ser desenvolvida pelas escolas.
Um programa dessa natureza deve ter iniciativa no governo central, através do Ministério da Educação, em parceria com os ministérios da Saúde, da Previdência e do Trabalho. O ideal desse planejamento para o futuro é o profissional ter a consciência de que o tempo passa rápido, que o envelhecimento é fatal e que precisa construir uma forma de sustentabilidade que lhe proporcione, no futuro, uma vida saudável, digna e feliz, sem maiores preocupações, especialmente, as financeiras. No caso específico do profissional liberal, que trabalha por conta própria, o planejamento de seu futuro, ganha especial interesse, pois depende exclusivamente dele.
Vejamos algumas opções que o profissional pode adotar, com vistas ao seu planejamento para o futuro: contribuição para um sistema de previdência público ou privado; investimentos em ações, o que exige muito conhecimento especializado no assunto; investimento em fundo de renda fixa ou variável; poupança; investimentos imobiliários, etc.
Particularmente, vejo no mercado imobiliário uma forma segura do profissional liberal construir seu futuro financeiro. Trata-se de uma forma simples e de fácil administração. A compra e venda de imóveis exige uma dedicação especial que o profissional, normalmente, não dispõe do tempo necessário para isso. Porém, a administração de uma carteira de aluguéis já se torna uma opção mais adequada e de fácil controle.
A construção de um patrimônio imobiliário pelo profissional pode se dar de várias maneiras: a) adquirir, ao longo da vida, bens imobiliários, com características próprias para serem alugados com mais facilidade, e com aluguéis compatíveis e lucrativos; b) constituir uma pessoa jurídica que tenha como objeto a administração, compra, venda, aluguel e construção de imóveis. Atuar junto aos estabelecimentos bancários que proporcionem empréstimos para a construção de casas, apartamentos, edifícios, salas comerciais, etc.Construir os imóveis que a empresa verificou ser de maior procura pelo público. Prontos os imóveis, alugá-los de modo que o aluguel venha a pagar o valor das parcelas dos empréstimos bancários.
Ao fim de 15, 20 ou 30 anos, conforme o prazo contratual escolhido, o profissional disporá de todos os imóveis em seu nome, liberados, e os empréstimos bancários pagos, sem que um real tenha saído de seu próprio bolso. Terá, no futuro, uma vida feliz e sem preocupações financeiras.
Não é simples, caros leitores. Todo o problema é a falta de cultura financeira de nosso povo, não proporcionada pelo Governo, através das escolas e universidades, conforme comentei em minha coluna anterior.


Fonte: www.jornalpanorama.com.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mais de 500 mil imóveis de São Paulo têm apenas um morador

Número de brasileiros morando sozinhos aumentou 12 % nos últimos 20 anos
Os brasileiros estão mais solitários, pelo menos em suas residências. Segundo pesquisa do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas que vivem sozinhas é de 6,9 milhões, valor superior aos 2,4 milhões constatados em 1991. O aumento da renda e o envelhecimento da população estão entre os principais fatores para esse cenário.
O número de pessoas vivendo sozinhos aumentou consideravelmente nos últimos 20 anos e as moradias com apenas uma pessoa já representam mais de 12% da população, ultrapassando os dados das residências com cinco pessoas, que atualmente, são cerca de apenas 10% do total. Atualmente, mais de 500 mil casas em São Paulo, por exemplo, possuem só um morador.
O mercado dos solteiros movimenta cerca de R$ 1,1 bilhão por mês, segundo um levantamento da empresa Escopo Geomarketing. Entre os gastos desse público estão R$ 595 milhões em alimentação fora de casa e R$ 167, 16 milhões com higiene pessoal. De olho no potencial desse consumidor, empresas de vários setores oferecem produtos para este segmento, é o caso do mercado imobiliário, em que a comercialização de imóveis de um dormitório em São Paulo representou 13,3 % das vendas em maio, segundo dados do Secovi. Uma pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos Patrimoniais (Embraesp) aponta que o custo desses imóveis gira em torno de R$ 331 mil.
A Requadra – Desenvolvimento Imobiliário é uma das empresas que atua nesse setor. "Com o aumento do poder de compra da população e a facilidade de financiamentos, muitas pessoas procuram empreendimentos com essas características e que ofereçam fácil locomoção", comenta Marcos França, diretor comercial da empresa.
Para compensar a redução de espaço, os empreendimentos oferecem uma série de serviços que atraem esse público como espaço gourmet, salão de jogos, salão de festas, espaço para reuniões, vestiário para empregados domésticos e lavanderia coletiva.
Com custos que giram em torno de R$ 7 mil o metro quadrado, dependendo do local, as unidades de um dormitório da empresa são vendidas rapidamente. Um dos empreendimentos da empresa, o Jardim Paulista, localizado no bairro da Bela Vista, foi totalmente vendido no dia do lançamento em apenas duas horas. "Nossos lançamentos atendem uma demanda reprimida do mercado", explica.

Fonte: http://www.administradores.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Dez dicas de onde encontrar novos clientes

1) Tenha sempre cartões de visitas ou folhetos com você!! O verdadeiro profissional de vendas diverte-se, tem vida social, vai a festas, etc. sem jamais perder o “faro comercial”.

2) Esteja sempre atento a tudo e todos!! O universo dá sinais claros de grandes oportunidades se você estiver “conectado”. Olhe para todos os lados!!

3) Facilite o acesso ao crédito. Quem jamais pôde ter seu produto, pode agora!! Quem já comprava, pode aumentar suas compras.

4) Saia da mesmice!! Vá visitar clientes por outro caminho, em dias diferentes, fale com mais pessoas no seu cliente. Vire seu mapa “de ponta cabeça”!!

5) Mostre atenção, educação e simpatia a todos que cruzarem seu caminho. Seu novo cliente pode estar ali.

6) Questione as regras!! “Nunca vendemos para tal segmento...Por quê? E se mudarmos nosso enfoque, nossa abordagem ou fizermos simples adequações em nossos produtos?” Lembre-se: a Coca-Cola não era para ser refrigerante...

7) Faça uma “pesquisa pessoal” junto ao seu comprador. O que o levou a comprar seu produto, qual apelo emocional pesou na decisão? Use essas informações em suas novas abordagens, para públicos diferentes. Vá direto ao que dá certo!!

8) Saia da toca! Não espero por clientes passivamente em seu lugar!! Vá à luta, mostre a cara, apresente-se ao Universo!!

9) Vá além de ser criativo!! A palavra da vez é a INOVAÇÃO!! Crie VALOR para você e, principalmente, para seu cliente!!

10) Quais são seus concorrentes diretos e, principalmente, indiretos? Lembre-se: o bolso do consumidor é um só e ele pode estar comprometido com outros segmentos. Entenda esse processo e aja fora da esfera de preço. Surpreenda-o, mostrando-se comprometido com o interesse DELE!!

Autor: Dill Casella

Já pensou em investir ou morar na Baixada Santista?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Jovens investem na carreira de corretor

Em alta, a profissão de corretor de imóveis pode ser exercida por qualquer pessoa que se habilite a fazer os cursos de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) ou Superior de Gestão em Negócios Imobiliários. Depois é necessário obter o registro profissional no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis. Muitas imobiliárias não exigem experiência e oferecem treinamento. Porém, é necessário ter o Ensino Médio completo. 
Formado em Marketing, Franklin Mateus Griõn optou pela carreira de corretor, após receber uma proposta de emprego e verificar que o mercado proporciona bons rendimentos. Há quatro meses, ele integra a ‘Fábrica de Gerentes’ da Renascença Administradora como trainee. 

“Com o convite, observei o mercado e vi que poderia usar muito dos conhecimentos que aprendi na faculdade. Com certeza escolhi o ramo certo”, disse o futuro gerente, que já foi selecionado para administrar uma nova loja que o grupo está inaugurando em Botafogo.

 Instituições credenciadas para dar o curso de TTI:
  •  CEAD - CENTRO DE ENSINO A DISTÂNCIA
  • COLÉGIO LITORAL SUL ITANHAÉM
  • COLÉGIO SOER / ARAÇATUBA
  • EBRAE - ESCOLA BRASILEIRA DE ENSINO A DISTÂNCIA
  • IBREP - INSTITUTO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL / PRAIA GRANDE
  • INED - INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
  • INSTITUTO MONITOR
  • INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO
  • COLÉGIO LAPA / SÃO PAULO
 
 Fonte: http://www.imovelclass.com.br

8 fortes motivos para investir no setor imobiliário

Estabilidade e crescimento da economia – Com o controle da inflação e o crescimento econômico, os investidores e consumidores sentem-se mais seguros para aplicar em imóveis.
Aumento da demanda – Depois de 30 anos sem acesso a crédito de longo prazo para compra de imóveis, os consumidores vão às compras com estusiasmo.
Aumento da renda - Com o crescimento da classe média, um novo contingente de consumidores ganhou fôlego para comprar a casa própria.
Oferta de crédito – Além da retomada dos financiamentos pelos bancos, os prazos se alongaram para até 30 anos, os juros caíram e a entrada diminuiu para 20% do total. Os consórcios de imóveis também se popularizaram.
Capitalização das empresas – Além do financiamento farto dos bancos, as grandes empresas do setor reforçaram o caixa com bilhões de reais, por meio da abertura de capital da Bolsa.
Investimento externo – Atraídos pelas perspectivas econômicas positivas e baixo preço dos imóveis para os padrões internacionais, os investidores estrangeiros estão comprando como nunca.
Nova legislação – Com a mudança na lei, os bancos agora podem retornar os imóveis dos mutuários inadimplentes.
Subsídios do governo - Com o lançamento do programa Minha Casa Minha Vida, a população de menor poder aquisitivo foi incorporada ao mercado, estimulando o lançamento de empreendimentos populares.
Fonte: Olimóveis  -  20/07/2011

quinta-feira, 28 de julho de 2011

INFORMATIVO SIM - Habite-se: Pra quê serve?

O documento Habite-se dá uma segurança que o imóvel foi construído dentro das normas que foram estabelecidas pela prefeitura. É a prefeitura que aprova ou não a construção de qualquer imóvel.

O Habite-se não garante a qualidade
Este documento não pode ser considerado um certificado de garantia de que a construção foi feita seguindo às normas de engenharia e arquitetura, e também não atesta a segurança e a qualidade.

Para que serve o Habite-se

Se o seu projeto para construção de um imóvel foi aprovado pela prefeitura é porque o mesmo obedeceu à legislação local e após a liberação do alvará a construção pode ser iniciada. Se a construção atingiu o nível para emissão do habite-se, o proprietário terá que ir até o órgão competente da prefeitura e providenciar uma vistoria e constatar se o que foi construído retrata o projeto aprovado inicialmente.

Processo de liberação do Habite-se
O Habite-se será emitido em poucos dias se o projeto foi aprovado. Caso haja um problema, a certidão será liberada somente após a resolução do mesmo.

Documentos necessários para obter o Habite-se
Sem a certidão do Habite-se o imóvel perde o valor na hora da venda;
Contas de água e luz não atestam regularidade do imóvel;
IPTU emitido serve só para arrecadação de impostos e não porque o imóvel está regularizado;
Entidades que financiam a compra do imóvel exigem a certidão do Habite-se;
Imóveis comerciais que não possuem o Habite-se não conseguem alvará de funcionamento.

Pré requisitos para emissão do Habite-se
Certidão das concessionárias de serviços públicos;
Laudo do corpo de bombeiro;
O projeto do arquiteto tem que respeitar a legislação urbanística para o local e respeitar o número de andares o total da área construída de acordo com a avaliação da Secretaria de Urbanismo.
Cobre o Habite-se da construtora assim que ela entregar o imóvel. Caso demore muito, procure a Secretaria de Urbanismo para saber o que está acontecendo.

Fonte: Mundial Imóveis. | quarta-feira, 27 de julho de 2011 15:05