terça-feira, 13 de maio de 2014

Calculadora ajuda a baratear financiamento de imóvel

Se seu financiamento está pesando no bolso, levá-lo para outro banco pode ser a solução; ferramenta da Proteste ajuda a fazer a melhor escolha

Calculadora: ferramenta da Proteste ajuda consumidor a saber se portabilidade vale a pena

São Paulo - Uma calculadora desenvolvida em uma parceria entre a Associação de Consumidores Proteste e o site que cota valores de financiamentos Canal do Crédito pode ajudar o usuário a descobrir se vale a pena migrar seu financiamento imobiliário para outro banco a fim de pagar juros menores.

Em uma simulação feita por EXAME.com com um financiamento já antigo, iniciado há dez anos, a instituição mais barata oferecia uma economia de mais de 20 mil reais.

No simulador, o usuário insere os dados do seu financiamento e a taxa de juros paga atualmente, ou a proposta de taxa de juros que tenha recebido de outro banco. A base de dados compara várias instituições financeiras e calcula a economia que seria gerada na migração da dívida para cada uma delas.

A portabilidade do crédito - a possibilidade de migrar um empréstimo ou financiamento para outra instituição financeira, que cobra juros menores, sem custos adicionais ligados à instituição - foi regulamentada na última semana e finalmente tornou a migração dosfinanciamentos de imóveis vantajosa.

Antes, a migração do crédito imobiliário gerava custos cartorários para a confecção de um novo registro de imóveis, o que frequentemente anulava a vantagem de transferir a dívida para uma instituição mais barata.

Agora, porém, só é necessário fazer uma averbação da transferência da dívida, o que sai bem mais barato no cartório.

A calculadora da Proteste/Canal do Crédito leva em conta não só a taxa de juros efetiva da operação como também esses custos de cartório. Assim, um mutuário que tenha uma proposta de portabilidade de um banco ou que apenas esteja pensando em transferir sua dívida pode calcular se realmente consegue custos melhores.

A portabilidade de crédito imobiliário é mais vantajosa para quem já tem financiamentos antigos, contraídos quando as taxas básicas de juros da economia - e consequentemente, as taxas de juros dos financiamento - eram maiores.

Simulação
EXAME.com simulou um financiamento hipotético e concluiu que, a partir dos bancos da base de dados da ferramenta da Proteste/Canal do Crédito, foi possível reduzir em mais de 20 mil reais o custo total do financiamento.
A reportagem simulou um financiamento de 20 anos contraído há dez anos, portanto, com 120 parcelas quitadas. Em 2004, as taxas de juros eram mais altas do que hoje, então foi simulada uma taxa de juros efetiva de 14% ao ano.
O valor do imóvel na época da contração do financiamento foi de 300 mil reais, e o valor financiado foi de 200 mil reais. Para o valor atual do imóvel, localizado na cidade de São Paulo, a suposição foi de 600 mil reais.
O sistema de amortização escolhido foi a Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), a correção monetária dá-se pela Taxa Referencial (TR) e o valor da próxima parcela é de 1.940,37 reais. O saldo devedor é de 100.833,33 reais.
Em relação ao tomador do empréstimo, a idade escolhida foi de 37 anos, e a renda familiar bruta assumida foi de 15 mil reais.
Para essas condições, a pesquisa retornou sete resultados, com Custos Efetivos Totais (CETs) que variam de 10,95% a 14,82% ao ano. O valor da próxima parcela passou de 1.940,37 reais para valores que variaram entre 1.632,02 a 1.900,02 reais, dependendo do banco.
No campo “custos com a portabilidade” são mostrados os custos cartorários da transferência, que também podem ser comparados. Eles variaram de 1.169,21 a 2.518,21 reais, dependendo do banco.
Foram esses os custos que serviram para desempatar as duas instituições mais baratas. Portanto, é fundamental ficar de olho neles. No fim das contas, a economia total que esse consumidor hipotético teria com a portabilidade variaria de 6.599,92 reais a 20.454,58 reais.
Confira na tabela:
Fonte: Calculadora da portabilidade Proteste/Canal do Crédito
É importante frisar que essas condições oferecidas pelos bancos variam de acordo com o financiamento, isto é, a renda e a idade do devedor, o valor financiado e o prazo que ainda falta, por exemplo.
Não quer dizer, portanto, que o BB será sempre mais barato e o Citi será sempre mais caro, ou que as taxas cobradas serão sempre aquelas. Para saber exatamente quanto você poderia obter de desconto ao fazer a portabilidade do financiamento do seu imóvel, você deve simulá-lo com os seus próprios dados.
Como usar a calculadora
Há duas maneiras de usar a ferramenta. O usuário pode preencher com a taxa de juros efetiva que paga atualmente e comparar com a de outros bancos; ou, se já tiver uma proposta de outra instituição financeira, comparar a taxa de juros efetiva que lhe foi oferecida com os custos dos outros bancos.
Primeiro é preciso se cadastrar – o que pode ser feito por e-mail ou com o perfil do Facebook – e, em seguida, preencher uma ficha com os dados do seu financiamento atual: nome, data de nascimento, CEP, tipo de imóvel, valor inicial do imóvel (quando o financiamento começou), valor do imóvel hoje (segundo avaliação de um profissional), banco do financiamento, valor financiado, taxa de juros efetiva (que pode ser a do financiamento original ou a da proposta de portabilidade que você tenha recebido), o número total de parcelas, o tipo de correção monetária, o valor da próxima parcela, o número de parcelas que já foram pagas, o sistema de amortização, a renda familiar bruta e o saldo devedor.
A ferramenta vai entregar o banco que mais geraria economia, já incluídos os gastos cartorários, bem como a relação de todos os bancos pesquisados – tanto os que geram quanto os que não geram economia.
Fonte: Exame

terça-feira, 29 de abril de 2014

Casa própria: veja como usar seu FGTS para pagar o imóvel, ou parte dele


A utilização do FGTS é aceita para comprar imóveis residenciais em nome de duas pessoas que não tenham parentesco, ou que tenham união estável, inclusive se forem do mesmo sexo Para comprar um imóvel usando recursos do FGTS, existem algumas regras (veja abaixo).

 É preciso, por exemplo, ter três anos de carteira assinada, não possuir financiamento ativo no SFH, nem ser proprietário de imóvel residencial no mesmo município. Para sacá-lo, é necessário fazer uma solicitação ao banco, por meio de um documento.

Uma vez feito o pedido, o dinheiro do FGTS demora, em média, cinco dias para ser liberado. Porém, os outros processos ligados à compra de um imóvel, como a aprovação do financiamento, podem levar mais tempo, e o negócio demora, geralmente, de 60 a 90 dias. 

Quando o fundo de garantia é liberado, é depositado na conta do vendedor, ou seja, o comprador não lida diretamente com o dinheiro. Estar endividado não impede o comprador de usar o FGTS, embora o nome sujo o impeça de conseguir financiamentos.

 É possível sacar o FGTS parcialmente para compra da casa própria. Quando faz o pedido de uso do dinheiro ao agente financeiro, o usuário pode especificar de quanto precisará. O valor que sobrar continuará em sua conta, rendendo.

 O saque do FGTS para compra de imóvel deve ser registrado na declaração do Imposto de Renda. O valor total da casa ou apartamento deverá ser especificado na parte de ‘Bens e Direitos’. Para saber quanto tem depositado no FGTS, verifique o extrato enviado pela Caixa Econômica Federal para a sua casa a cada três meses. 

Quem não recebe pode checar pela internet, no site do fundo de garantia, com o número NIS (PIS/Pasep) e uma senha cadastrada. Também é possível verificar o saldo do FGTS em qualquer agência da Caixa -para isso, é preciso apresentar um documento de identidade e o número NIS. 

Não é possível sacar o FGTS para comprar um imóvel mais caro que os limites estabelecidos, nem mesmo para amortizar a dívida. Para os imóveis que atendem a todos os critérios (estão dentro do preço permitido, são urbanos e serão usados pelo comprador), o fundo pode ser usado não só no momento da compra, mas também para pagar parte das prestações, para amortizar a dívida ou para pagar todo o montante que ainda faltar. A utilização do FGTS é aceita para comprar imóveis residenciais em nome de duas pessoas que não tenham parentesco, ou que tenham união estável, inclusive se forem do mesmo sexo.

Fonte: Correio 24 horas

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Por que morar na Zona Sul? Parte 1


Bons restaurantes, casas de show, avenidas importantes e o aeroporto de Congonhas. Para o morador da zona sul, são várias as vantagens de residir nessa região, que tem o principal mercado imobiliário de São Paulo.

Desde 2011, foram lançados mais 39 mil apartamentos neste canto privilegiado de São Paulo. Na prática, 38% das unidades da cidade foram ofertadas na zona sul.

É interessante notarmos que a área concentra alguns dos bairros mais valorizados da cidade, como a Vila Nova Conceição, que é um oásis entre Moema e o Ibirapuera.

Você confere a segunda parte do especial aqui mesmo. Nós temos as melhores oportunidades para você MORAR, INVESTIR E CRESCER.

Quer comprovar? Fácil. Fale com a gente. Estamos te esperando.


Fonte: com adaptações do caderno imóveis da Folha de São Paulo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

IMÓVEIS: PARA LER E COMPRAR


Neste ano, você vai comprar imóveis para viver de aluguéis? Sabia que este é um dos melhores investimentos para ter tranquilidade financeira?

Mas antes vem à mente aquela velha pergunta: como escolher um terreno? E até mais recorrente, como escolher um apartamento?

Se você é um pequeno/médio ou grande investidor, como escolher ou conjunto de escritório com potencial de valorização nos próximos anos? Adquirir um imóvel na planta e vendê-lo quando estiver pronto é um bom negócio?

Essas e outras questões serão esclarecidas no livro “Investir em Imóveis: entenda os segredos práticos desse mercado” dos autores Gilberto Benevides e Wang Chi Hsin.


Recomendamos todas as fontes de informações (as oficiais, claro) que possam ampliar seus horizontes e leva-lo a um outro nível de exigência e pode analítico. Não existem bom investimento sem boas referências.

Esta é uma leitura que expõe de forma acessível quais os diferentes tipos de imóveis, como encontrar os mais indicados, quais os mecanismos de compra e venda, fundos imobiliários, aspectos legais e muito mais.

Ao terminar o livro, segundo os especialistas do mercado, você estará preparado para investir com segurança e competência, para obter retornos consistentes em longo prazo. 

Mas, claro... A ajuda de uma consultoria é indispensável, e somado ao seu conhecimento após a leitura, o nosso trabalho será ainda mais eficiente. Então, #FicaDica.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

IMÓVEIS 2014: COMO INVESTIR PARTE 1

Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi), o crescimento anual do mercado de investidores do setor imobiliário, em São Paulo, deve se manter entre 10% e 20% em 2014.

Mas, atenção: para obter sucesso nesta empreitada, ou seja, atingir satisfação de maneira ética e organizada, o planejamento é fundamental. E o primeiro passo é responder a esta pergunta: “qual é a minha capacidade de compra?”.

Os financiamentos bancários a taxas mais baixas ajudam na empreitada, mas, ainda assim, é preciso ter cuidado para que o investimento não aperte demais o bolso. Ainda mais no começo do ano, época em que há um acúmulo natural de contas.

E lembre-se: para que o seu investimento renda o esperado, a localização do imóvel é um aspecto fundamental. E nós somos especialistas neste quesito.

O imóvel com a melhor infraestrutura ao redor tem a maior liquidez. Descomplicando o “economês”: quanto melhor é o bairro e as atribuições do produto mais fácil ser a possibilidade de revenda (ou locação) rápida e rentável para o investidor.

Outra dica importante: se você pretende investir exclusivamente em imóveis,  é sempre aconselhável compra-los em bairros diferentes.

- Por isso o nosso leque de opções de concentra nas duas regiões mais desenvolvidas de São Paulo: as zonas Sul e Oeste.

Por exemplo: comprar ter três apartamentos no valor de R$ 300, em três locais diferentes, é mais interessante do que comprar um único imóvel de R$ 900 mil em um bairro. Mas é claro, pensando de modo genérico. Cada caso é um caso, com as suas peculiaridades.

Negócios não são tão exatos quanto a maioria das pessoas pensam. E os cenários sempre podem mudar. Logo, o seu lucro (ou despesa) podem mudar rápido também.

Fale com a S!M para tirar suas dúvidas e montar o seu planejamento para 2014. Vamos te mostrar detalhes e oportunidades ideais para MORAR, INVESTIR E CRESCER.

FONTE: com adaptações ADEMI e UOL

Você confere aqui mesmo a segunda parte do especial. Fique conectado com a gente. Até mais. 




quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

VOCÊ SABE NEGOCIAR?


Quando falamos em negociação estratégica, seja para comprar um novo imóvel, ou para qualquer outro assunto de sua vida pessoal, dois fatores bem simples devem ser levados em consideração: relacionamento e análise de resultado.

Você se relaciona bem com a diretoria da escola de seus filhos? Conversa com o síndico do condomínio? 

Sabe qual é o nome do profissional de TI que arrumou o seu computador, ontem no escritório? Se a resposta for não para os três casos, corra atrás do sim o quanto antes.

- Sem relacionamento não há resultado.

Trazendo a conversa para a nossa especialidade, sem um bom consultor, dificilmente você terá chances de ganhar bem-estar e rentabilidade com a aquisição de uma nova casa, ou do apartamento mais amplo que você procura... Porque a arte da negociação envolve preparo, experiência, estrutura e sintonia.

Nós temos tudo isso para você. Fale conosco e faça um bom negócio nas regiões mais valorizadas de São Paulo.

Bom negócio é comprar, vender ou alugar com tranquilidade.

Para você se aprofundar no assunto “negociação”, confira um belo artigo do site Endeavour, com todos os aspectos técnicos e emocionais que você poderá usar em absolutamente qualquer assunto de sua vida: http://bit.ly/18hJ79b

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O PRIMEIRO IMÓVEL DO CASAL (OU O SEGUNDO, TER...)


Agora vamos deixar algumas dicas - falando de maneira simples - que raramente você lê ou houve falar. Conforme prometemos, vamos à segunda parte do especial primeiro imóvel, para você que está em busca de um novo lar, ao lado da pessoa que ama. 
Afinal, o planejamento do Casal é diferente, e nem sempre este fator (que é muito importante) é levado em conta.  
É curioso como a gente esquece de colocar no papel que o lar é o cenário principal de nossa convivência, portanto, nada de “aventuras” ou “improvisos”. 
Por isso, a S!M coloca em prática o conceito de Rede de Oportunidades, que ficará cada vez mais claro (e necessário) para quem busca qualidade, segurança e transparência para fazer um grande negócio.
A compra de uma casa/apartamento inclui um planejamento pessoal organizado e prático, na medida do possível... 

Porém, o ato de procurar o imóvel não pode se tornar um "complicado" e cheio de armadilhas. E o nosso papel é justamente garantir a sua tranquilidade nesse momento tão especial.
1 - Pense onde você(s) vai morar. Este imóvel é para uma moradia temporária ou mais duradoura? Quais são as necessidades do seu projeto familiar? Quais facilidades a região oferece?
*Aqui mesmo no blog, você confere conteúdo especial sobre os bairros de nossa área de atuação. E claro, nosso time de corretores também vai te ajudar, fale conosco.
2 - Renda Familiar: faça a somatória das rendas envolvidas neste processo e tenha a consciência de que a compra de um imóvel é um investimento alto e que, muitas vezes, para a realização deste projeto será necessário fazer o corte de alguns gastos. (Corte não significa deixar de "viver", mas é um ato de esforço que traz muitos benefícios). 
3 - Pesquise sem pressa. Hoje, o mercado está com várias boas oportunidades, por isso, é fundamental contar com a consultoria de um profissional qualificado e preparado para atuar no mercado imobiliário.
4 - Atenção com os custos extras. Há taxas de transferências, taxas de encargos bancários e questões referentes à documentação. É necessário ter uma reserva financeira

Seja para a sua família ou para o seu novo empreendimento profissional, conte conosco. Confira estas seis dicas e aproveite as que estiverem mais próximas da sua necessidade. Estamos te esperando para falar de imóveis, mas, sobretudo de grandes oportunidades. 

FONTE: COM ADAPTAÇÕES DO MARKETING IMOBILIÁRIO, ÉPOCA NEGÓCIOS E PORTAL VGV. 



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ESPECIAL: COMPRANDO O PRIMEIRO IMÓVEL



Seguindo a nossa filosofia de te conectar a uma rede de oportunidades e conteúdo, reunimos algumas informações importantes para você que vai (ou já está) comprar o SEU PRIMEIRO IMÓVEL.

Você vai perceber como é importante contar com uma consultoria não só pelos aspectos, digamos, mais burocrático, quando pelos benefícios de ganho de tempo, segurança e visão abrangente sobre o bairro que o seu novo lar esta localizado.

Selecionamos uma ótima matéria da Época Negócios, com tópicos e especialistas em Economia, para tirar as dúvidas mais recorrentes dos brasileiros...

Confiram:

Pesquisa legal do imóvel e do corretor (Época)

"Consultar um advogado ou uma imobiliária para ver se os documentos estão ok é fundamental. Pode custar até 2 mil reais, mas é um investimento que vale a pena para evitar dor de cabeça futura”.

Isto reforça o nosso papel de intermediadores entre o seu sonho e a melhor maneira de chegar ao seu objetivo, dentro do tempo correto e do contexto propício para o bem-estar.

Olhos atentos (Época)

"Na hora de realizar o sonho da casa própria, alguns detalhes importantes não podem ser esquecidos. Analisar a vizinhança, avaliar o acesso ao transporte público, visitar o local durante o dia e durante a noite, para saber se o imóvel é perigoso ou barulhento e conhecer o trânsito local são alguns dos conselhos importantes nesta hora."

O nosso time de profissionais leva até você as informações para fazer um ótimo negócio, mas principalmente, felicidade, para contemplar o que a gente chama de REDE DE OPORTUNIDADES.

No próximo texto, a gente traz a segunda parte do especial. Fique conectado com a gente.

Ler o nosso Blog é um Ótimo Negócio. ;)




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O QUE NÃO VALE A PENA REFORMAR ANTES DE VENDER (SEU IMÓVEL)



No texto anterior relembramos 5 dicas (muito legais) sobre o que você deve fazer (ou melhor: reformar) antes de vender – comercializar – o seu imóvel.
Pois bem, agora você confere a segunda parte de nosso especial, com dicas de especialistas sobre o que você não precisa, ou para usar um termo mais prático, o que não vale a pena ser reformado...

Também é importante lembrar: se o seu imóvel apresentar qualquer tipo de problema, seja absolutamente claro no ato da venda... Problemas podem ocorrer em qualquer espaço, o importante é que o interessado em comprar – ou alugar – saiba com detalhes o que ele precisará corrigir. Transparência faz bem, sempre! Para todas as partes.
Piso moderno no lugar errado
Atualmente, existem opções de piso com funcionalidades especificas, como uma maior resistência ou até impermeáveis. Esses pisos podem ter um preço mais elevado e não adianta nada investir neles se for para aplicar no lugar errado. “Não há necessidade de colocar um piso com todas essas características numa sala, por exemplo”, afirma Kieling, da Exporevestir.
Armários embutidos
Se sua cozinha não tem armários embutidos, não ache que investir nesses móveis trará retorno na hora da venda. “Às vezes o próximo proprietário pode nem gostar do modelo e não fará diferença”, afirma Roseli, da Lello Imóveis.
Gastar caminhões de dinheiro
Fazer pequenos ajustes colabora para uma boa venda, mas o total gasto deve valer a pena. “Uma margem confortável para investir é entre 3% e 5% do valor pedido pelo imóvel”, sugere Renato Teixeira, da RE/MAX Brasil.
Para a ler a segunda parte da reportagem completa da Revista Exame é só clicar aqui:http://abr.ai/1cHXa7m

Aqui no Blog da S!M você encontra dicas inteligentes para fazer bons negócios e viver com mais facilidades e alegria, seja em sua casa, apartamento ou futuro projeto. Conte com a gente. 


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

5 DICAS PARA REFORMAR SEU IMÓVEL (ANTES DE VENDER)


O que vale a pena ou não reformar antes de vender um imóvel ou uma casa?
No ano passado, a revista Exame fez uma ótima reportagem sobre os cuidados que você deve tomar, tanto para fazer um bom negócio, quanto para garantir a seriedade de sua proposta. 
Observe nos fóruns de recados em qualquer reportagem que você lê sobre Mercado Imobiliário, seja em jornais, revistas ou na internet, sempre alguém perguntará: “eu devo reformar meu imóvel antes de vendê-lo?”.
Vamos lembrar de algumas dicas muito inteligentes. 
Pintura externa
No caso de um apartamento, não há muito o que fazer, já que as decisões são tomadas em conjuntos por todos os moradores. Porém, quando o imóvel é uma casa, vale a pena investir na pintura externa. “Uma casa pichada, por exemplo, pode transmitir uma sensação de abandono do imóvel e até de insegurança sobre a rua”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis. Por isso, vale a pena investir um pouco mais na preparação do lado de fora.
Pintura interna
Dar cor nova para as paredes internas vale a pena em dois casos. Primeiro, para transmitir sensação de limpeza. Segundo, para apagar cores muito diferentes e fortes. Uma parede vermelha ou amarela pode ser muito bonita, mas não agradar o próximo proprietário. “Sempre aconselhamos usar cores neutras, como branco, gelo e bege”, diz Roseli, da Lello Imóveis. Além de ter chances de agradar um número maior de interessados no imóvel, as cores neutras também facilitam que o proprietário aplique a cor que desejar após a compra e muitos podem levar esse benefício em consideração na hora de fechar o negócio.
Limpeza e cuidado externo
“Uma limpeza bem feita, grama bem aparada e piscina limpa são fatores que apaixonam os compradores”, afirma Renato Teixeira, da RE/MAX Brasil. Vale a pena investir nesses preparos.
Trocar cerâmica e pisos dos banheiros
Se o piso e a cerâmica dos banheiros de sua casa não forem novos, considere trocar. “Escolha cores mais neutras, que são mais fáceis de adaptar ao gosto de qualquer pessoa”, afirma Antônio Carlos Kieling, presidente da Exporevestir.
Hoje já existem pisos, como algumas opções de Porcelanato, que não necessitam que o piso anterior seja removido para uma nova aplicação. Isso é algo que deve ser considerado, já que o custo para aplicar diminui e pode valer mais a pena.
Instalações elétricas e hidráulicas
Outra parte importante e que ajuda a valorizar imóveis é fazer qualquer reparo necessário ou modernização nas instalações elétricas e hidráulicas.
Uma dica é buscar alternativas sustentáveis, que ajudem a economizar água e energia. “Uma casa que capte água para usar em áreas como o jardim, ou que tenha aquecimento solar, tem uma grande vantagem competitiva”, diz o arquiteto Frederico Rangel, do escritório Uniarq.
Aqui na S!M, a gente se coloca no seu lugar, e trabalha para responder as suas dúvidas. Fale com o nosso time de consultores, somos especialistas em relacionamento para grandes negócios.
Você confere a ótima reportagem da Revista Exame na íntegra clicando aqui: http://abr.ai/1fCNKiu
No próximo texto, a gente vai falar sobre o que você NÃO DEVE FAZER antes de comercializar o seu imóvel. Fique conectado. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ILUSTRES VIZINHOS: A PERDIZES DE ORLANDO DUARTE


Perdizes é um dos bairros mais agradáveis e sofisticados de São Paulo. Aqui você encontra cultura, gastronomia, agitação intelectual e diversos eventos e oportunidades. E claro, é um jardim de moradores ilustres, como o grande Orlando Duarte.

O jornalista esportivo é sinônimo de mestre: um dos maiores da história de nosso País. Ao lado de Nelson Rodrigues e Armando Nogueira ajudou a popularizar (no melhor dos sentidos) os comentários de Futebol para o grande público passa pelo seu nome.

Com 33 livros no currículo, ele é uma enciclopédia (aliás, é um de seus apelidos) de Futebol e Esportes Olímpicos (sim, ele escreve com brilhantismo sobre as principais modalidades).

Enquanto pesquisávamos a sua vida, nos deparamos com uma ótima entrevista que ele concedeu a um simpático blog chamado: “Daqui Perdizes”... 

Ora, melhor impossível. Selecionamos algumas perguntas que o “Eclético” respondeu para um espaço que valoriza e prestigia a nossa região. Então, vamos lá:

Ao final você encontra o link para a entrevista na íntegra, entre que está muito legal. 


Das 14 Copas que cobriu, qual foi a mais emocionante?

Sem dúvida, a da Suécia em 1958. O Brasil vinha de dois fracassos, em 1950 e 1954. Foi na Suécia que o mundo conheceu gênios do futebol como Pelé, Zito, Nilton Santos e outros craques.

O Scolari é o técnico ideal para 2014?

Sim. Ele é campeão do mundo e junto com Carlos Alberto Parreira tem experiência e isso é muito importante para formar um grande time. Eles estão no bom caminho e o Scolari só errou ao antecipar a convocação do goleiro Julio César. Hoje, temos grandes goleiros e até os mais velhos, caso do Rogério Ceni e do Dida, têm nível de seleção. Agora se o Scolari vai ganhar a Copa, isso eu não sei.

Qual a razão da popularidade do futebol aqui no Brasil e no mundo?

É o esporte mais popular de todo o mundo porque é simples. Você junta três, quatro pessoas, monta um gol com latinhas, pedras ou qualquer outra coisa e pode se divertir. E toda a família pode jogar.

Confira o papo completo aqui:  http://bit.ly/19GZyw4



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A NOVA BARRA FUNDA: AGITADA E PLURAL



A história deste bairro (como você pode perceber na postagem anterior, sobre Mário de Andrade) é imensa. Podemos dizer sem exageros: a Barra Funda é um espelho das próprias evoluções da cidade de São Paulo.

Após conseguir sua “independência” no século 19, a região foi o berço da efervescência industrial paulistana – com o sobrenome Matarazzo – e assistiu de camarote o florescimento de malhas ferroviárias, (transporte público como um todo), ambientes de lazer, cultura e clubes/locais de forte tradição esportiva e mais recentemente, circuitos empresariais. 

A geografia é privilegiada: uma área de 5,6 km² entre os bairros da Lapa, Campos Elíseos, Bom Retiro, Perdizes e Pompéia estendendo o seu limite até a Marginal Tietê.

Nos últimos 10 anos, o bairro começou a atrair grandes projetos de entretenimento, especialmente, casas noturnas (sejamos mais modernos: baladas. Ótimas baladas. Confira nos sites especializados).

Centros culturais como o Memorial da América Latina (obra icônica de Oscar Niemeyer) e o Teatro São Pedro tiveram sua programação reforçada. O espaço das Américas é um dos melhores redutos para shows e eventos (inclusive corporativos) não só de São Paulo, mas do Brasil.

O Bairro que antes tinha “jeitão” de casarão velho e sem graça, começa a curtir os benefícios das boas ideias da iniciativa privada, da criatividade de jovens empreendedores e da localização inteligente entre comércios e nichos empresariais. A Barra Funda reserva grandes experiências, para todas as idades.

Se quiser saber mais sobre oportunidades para trabalhar, morar ou investir AQUI, fale com a gente. E claro, para ler e (re)descobrir novidades, conteúdo e boas histórias sobre o Bairro, volte sempre a este Blog. E fique à vontade para nos enviar sugestões. 

Conte com a gente, S!M

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A BARRA FUNDA DE MÁRIO DE ANDRADE



A Barra Funda foi um dos bairros de Mário de Andrade. Isto não é pouca coisa. No começo do século passado, o jovem versátil, erudito e namorador, viveu um dos período mais criativos de sua vida em uma casa ampla e charmosa (para os padrões da época) na Rua Lopes Chaves, número 546.

Mário mudou-se para a Barra Funda quando já estava maduro, aos 28 anos, em 1921. E aqui na zona oeste ele praticamente exerceu todos os seus talentos: escreveu, traduziu, tocou e lecionou atividades e os mais diversos saberes para alunos e interessados em arte, naqueles áureos tempos de vida boêmia e segura nas ruas paulistanas.


Em suma, foi na Barra Funda que Mário de Andrade se consolidou como o “espirito mais vasto do movimento Modernista”. 


Afinal, ele fundaria o movimento naquele mesmo ano, em um jantar na casa do grande amigo Oswald de Andrade. 



E temos que ressaltar: os modernistas formaram um time raro e inigualável; Manuel Bandeira, o já citado Oswald, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, entre outros, para não cometermos injustiças.

Esta é a Barra Funda de Mário de Andrade: histórica, romântica e calma. No próximo texto você confere o cenário atual deste bairro que se tornou fonte de entretenimento (de baladas a clubes), novos projetos empresariais e imobiliários. 

Até mais. Siga a gente, S!M.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A HORTA DA POMPÉIA: CULTIVANDO FELICIDADE


Desde janeiro de 2013, um grupo de pessoas apaixonadas pela Pompéia e pela consciência ambiental se dedica ao cultivo de hortaliças em um terreno na Rua Francisco Bayard.

A melhor definição para esta grande ideia está nesta singela declaração;

"Buscamos um espaço potencial onde pudéssemos ocupar com uma intervenção de agroecologia e usamos as redes sociais para convidar as pessoas".
(Professora Diná Ramos, em entrevista à Folha de São Paulo).

Em 8 meses de projeto, literalmente, os participantes da comunidade verde já ganharam destaque nos dois maiores jornais do Brasil, em sites e reportagens de TV.

Porém, o maior prêmio é a confirmação de que as pessoas também se reúnem para somar esforços para um bairro-cidade-mundo-melhor.

E são essas iniciativas que nos orgulham: afinal, nosso compromisso é estabelecer uma nova forma de relacionamento entre clientes e a cidade.

Por isso, olhamos para o mercado sem perder a sensibilidade para as coisas que encantam e melhoram a vida de quem está em busca de um lar, (ou de um novo local de trabalho), em Perdizes, Pompéia e Barra Funda. 

PARA VOCÊ QUE TAMBÉM QUER COLHER FELICIDADE

Os encontros acontecem todos os domingos, a partir das 11h, iniciando com um café da manhã solidário, onde cada um que participa trás alguma contribuição, junto com um bate papo informal para que os envolvidos se atualizem sobre os processos da horta e planejem também as atividades que serão realizadas durante o dia.

Fan Page do projeto: http://migre.me/gneDA

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Especial: Perdizes e a região mais feliz da cidade


A zona oeste de São Paulo concentra a maior parte dos bairros com melhores índices de satisfação na cidade. 

Dos 15 distritos que a compõem, apenas dois apresentam notas inferiores à média da capital, e todos atingem escores superiores a 5, (Especial DNA Paulistano, da Folha de São Paulo).  

Por isso, podemos afirmar que é sem dúvidas, a região mais feliz de São Paulo.

Mas, hoje o nosso assunto é Perdizes... 

De toda a região oeste de São Paulo, Perdizes é o bairro mais populoso. É um dos bairros que mais atraem lançamentos imobiliários na zona oeste. São empreendimentos residenciais com unidades de três e quatro dormitórios, na maioria, e com bom padrão de acabamento. São destinados a um publico de classe média alta e alta.

Entre maio de 1997 e abril de 2003, por exemplo, foram lançados nessa região da capital catorze novos condomínios residenciais, num total de 862 apartamentos.

O público que escolhe Perdizes para morar é atraído pela localização privilegiada, próxima ao centro e à avenida Paulista.

Por meio da marginal do rio Tietê, do elevado Costa e Silva (o Minhocão) e de avenidas como Sumaré, Pacaembu e Francisco Matarazzo é possível chegas às mais diversas regiões da cidade com facilidade.

As ruas arborizadas e a boa infraestrutura de comércio e serviços também são fortes atrativos do bairro. Ruas como Cardoso de Almeida e Turiaçu concentram o comércio local, com lojas, farmácias, agências bancárias e supermercados.

Perdizes também está bem atendido na área da educação. Tem bons colégios privados e primeiro e segundo graus, como Pentágono, São Domingos, Santa Marcelina e Batista, além da Pontifica Universidade Católica (PUC).

Do ponto de vista de lazer, os maiores atrativos são o Teatro Tuca, a Sociedade Esportiva Palmeiras e o Parque Fernando Costa (Água Branca), uma das áreas verdes mais importantes de São Paulo.

Em breve você vai conferir os perfis da Pompéia e da Barra Funda, dois dos bairros especiais na estratégia de relacionamento e oportunidades da Sim Negócios Imobiliários. 

Fontes: Folha de São Paulo e 450 Bairros São Paulo 450 Anos (editora Senac)